Fotografo: Divulgação.
...
Frical

A temperatura da campanha a prefeito de Várzea Grande subiu nos últimos dias, com troca de farpas entre o grupo que comanda o Executivo municipal, que tem o emedebista Kalil Baracat como candidato e as chapas de oposição encabeçada pelo empresário Flávio Vargas (PSB) e pelo deputado federal Emanuel Pinheiro Neto, o Emanuelzinho (PTB).
 
Vargas disse em entrevista ao MT de Fato, que pretende acabar com o empreguismo na prefeitura de Várzea Grande e ainda criticou a política adotada para acomodar servidores comissionados da administração.
O empresário ressaltou que, na atual administração, o município vem experimentando uma inércia que compromete seu crescimento e fomenta os bolsões de pobreza em sua periferia, com inchaço da máquina, falta recurso para resolver problemas como novas redes de abastecimento de água.
 
Na opinião do candidato é possível diminuir do quadro de funcionários cortando cerca de 3 mil servidores, o que representa uma economia mensal de R$ 12 milhões ao mês.
 
Para Vargas, o perfil técnico é fundamental para manutenção dos serviços essenciais na prefeitura, porém hoje o que se constata é que poucos produzem e e um número elevado de pessoas estão lotadas nos mais diferentes órgãos da administração pública.
 
Conforme Flávio, a política na área do funcionalismo acabou ferindo a lei que obriga que a folha de pagamento absorva até 51% das receitas.
“A máquina está super inchada, só com as pessoas que fazem parte do grupo deles, pessoas sem qualidade, desqualificada, que pouco contribuem, porém não vou generalizar temos também pessoas qualificadas, no DAE, enfermeiros, estes nós vamos aproveitar”, adiantou