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Várzea Grande(DF), Segunda-Feira, 08 de Agosto de 2022 - 10:41
30/05/2022 as 06:29 | Por SECOM VG |
"Festival Digoreste VG é tudo de bom" reúne mais de 10 mil visitantes no primeiro dia.
Apresentações musicais e danças, barracas com comidas, artesanatos e redes de Limpo Grande.
Fotografo: Assessoria.
Festa em VG.

Três anos sem promover grandes eventos por conta da pandemia da covid-19, a prefeitura de Várzea Grande, por meio do Gabinete de Apoio às Ações Transformadoras (GAAT), lançou a primeira edição do ‘Festival Digoreste VG é tudo de bom’ neste sábado (28). Num momento em que cerca de 90% da população encontram-se vacinadas com no mínimo duas doses, a gestão Municipal decidiu celebrar os 155 Anos de Fundação com um evento que marca a retomada das festividades, fomentando a economia local, gerando emprego, distribuindo renda e valorizando a cultura regional, despertando o empreendedorismo.

“Essa ação foi pensada na interação entre as famílias e a comunidade como um todo, até porque, em função da pandemia, muitos eventos culturais deixaram de ser realizados e as pessoas sentiram falta desse convívio. Por isso, resolvemos realizar essa festa e, ao mesmo tempo, incentivar o empreendedorismo, divulgar o artesanato local e também proporcionar um ambiente de diversão e entretenimento”, destacou a primeira-dama de Várzea Grande, a promotora de Justiça Kika Dorileo Baracat.

O prefeito, Kalil Baracat, disse que o festival é uma das ações alusivas ao aniversário da cidade, visto que ao longo de todo mês de maio foram realizadas diversas entregas de obras que vão ao encontro das necessidades da população. “Foram anos conturbados em função da pandemia da covid-19. E nós precisamos agradecer o privilégio de estarmos bem, com saúde. E nada melhor que celebrarmos a vida, nossa cultura, nossa identidade”.

O evento contou com diversas apresentações musicais e de danças de alunos de Escolas da Rede Municipal, bem como de projetos ligados à Assistência Social como o Caderno II. Além disso, foram montadas barracas com comidas típicas, além de artesanatos produzidos pelas integrantes do programa Mulheres Empreendedoras e da Associação de Redeiras da Comunidade de Limpo Grande (Tece Arte). Também estão sendo doadas mudas de plantas frutíferas e que fazem parte da flora local.

“Há muito tempo não era realizado na cidade um evento tão bonito quanto essa feira cultural e gastronômica, em comemoração ao aniversário de Várzea Grande. Fiquei surpresa com a grandeza da festa, com a organização e todo trabalho realizado na praça Sarita Baracat, que ficou encantadora com as barracas estilizadas com ilustrações que remetem à cultura local. Todos envolvidos neste evento estão de parabéns”, elogiou Doralice Pereira Bueno, moradora do bairro Chapéu do Sol.

Já Maria do Carmo Vieira atravessou a ponte e veio conferir em Várzea Grande o evento ‘Digoreste VG é tudo de bom’.  “Gosto muito de feiras de artesanato e de comida típica. Por isso, junto com o meu esposo, decidi participar deste evento. O local ficou aconchegante e tudo de muito bom gosto. Gostaria que esta feira fosse realizada permanentemente”, comentou.

De acordo com a Guarda Municipal de Várzea Grande, cerca de 10 mil pessoas participaram do primeiro dia do evento. Neste domingo, será realizado o segundo e último dia do Festival, das 18h às 22h.

Dalciney Fidelis Nogueira levou doces, tortas e brigadeiros para adoçar o paladar dos visitantes. Ela conta que resolveu participar do evento para divulgar os seus produtos e, ao mesmo tempo, aumentar a renda. “Meus Produtos tiveram boa aceitação e eu consegui fazer uma boa venda. Vou aumentar a produção para esse domingo”, comemorou.

Cleonice Nascimento também apostou no preparo de macarrão de diversos sabores e atraiu uma clientela bem considerável. “Já trabalho com esse prato há meses e a venda do produto tem sido satisfatória. Esta feira gastronômica e cultural em Várzea Grande é uma boa alternativa de vendas e de aumento da renda. Bom seria se fosse realizada pelo menos uma vez por mês”, sugeriu a expositora, que além do macarrão como carro chefe, ela também ofereceu pudins e doces como alternativa de venda de produtos.

Já Jaime Lorentine ficou em uma fila enorme antes de ser atendido na barraca que vendia carne seca com arroz, e a espera tinha um bom motivo: a esposa grávida de sete meses chegou ao local com vontade de saborear esse prato. “E ela não queria de outro local, daí tive que esperar a minha vez, orando para que a comida não acabasse”, pontuou.

Domingo (29), de 18h às 22h

- Banda Municipal;

- Orquestra de Violino e Coral da Escola Estadual 'José Leite de Morais';

- Banda Caderno II;




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