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01/08/2015 as 15:19:45 | por Uol |

Sem pagar mico: conheça algumas regras do transporte público pelo mundo

Sem pagar mico: conheça algumas regras do transporte público pelo mundo

Fotografo: Divulgação
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Transporte Público em Amsterdã.

Em Londres, o cartão do metrô deve ser autenticado na entrada e na saída da estação. Em Paris, vale guardar o bilhete durante toda a viagem: fiscais podem pedir para conferir a passagem e, se você a tiver jogado fora, paga multa. Já em Berlim, não há catracas, enquanto em Tóquio o cartão de transporte pode ser usado até mesmo para comprar produtos em lojas.

As regras e características do transporte público ao redor do mundo podem variar bastante e pegar o viajante desprevenido. Para evitar dor de cabeça, listamos abaixo algumas informações úteis para usar trem, ônibus ou metrô em capitais e destinos populares entre turistas brasileiros.

Validando o passe na entrada e na saída

Uma das principais diferenças dos metrôs de muitas cidades do exterior em relação ao brasileiro é a validação do bilhete tanto na entrada quando na saída da estação, para que ele compute o percurso e debite a tarifa relativa a ele (nesses locais, os preços variam de acordo com a distância percorrida). Em Barcelona, Londres (na foto) e San Francisco, por exemplo, é assim que funciona. Então, nesses casos, vale ficar atento e manter o passe por perto para não ter que revirar a bolsa na hora de sair da estação.

Não tem catraca, mas paga

Em capitais como Berlim (na foto), Praga e Budapeste não há catracas para acessar os trens, mas isso não significa que o transporte é gratuito. Na capital alemã é necessário comprar o bilhete e, antes de entrar no vagão, validá-lo em máquinas amarelas ou vermelhas dentro das estações. Quem esquecer de fazer isso pode ter de pagar 60 euros (cerca de R$ 207) se for pego por fiscais que circulam à paisana dentro dos vagões.

Guarde o bilhete e evite dor de cabeça

Em Paris também vale guardar o passe ou cartão de metrô durante o percurso, principalmente por conta da fiscalização dentro dos vagões que pode multá-lo em 45 euros (R$ 155, aproximadamente) caso você não tenha o tíquete em mãos. O bilhete também pode ser necessário para sair de algumas estações (como as do trem RER).

Por qual porta eu entro?

Em Amsterdã, para pegar os populares trams (bondes elétricos muito usados na parte central da cidade), é necessário ficar atento ao sentido das portas. Depois de identificar a porta de entrada do veículo, basta apertar um botão verde ao lado dela para liberar o acesso. Se apertar o botão da porta errada, nada vai acontecer. Na hora de descer, acione um dos botões vermelhos ao lado dos bancos e, quando o veículo para, aperte o botão verde ao lado da porta, para que ela se abra.

Bilhetes recarregáveis

Em Londres, o bilhete mais popular é o Oyster. Em Tóquio (na foto), o Pasmo. Em comum, ambos são pré-pagos, recarregáveis, econômicos (o preço das passagens é menor com seu uso) e têm seu valor de venda reembolsável ao fim da utilização. O Oyster custa 5 euros (cerca de R$ 17) e o Pasmo, 500 ienes (R$ 12, aproximadamente). Um dado curioso do Pasmo é que ele pode ser usado na compra de itens em lojas e máquinas credenciadas ao sistema, assim como em estacionamentos, como se fosse um cartão de débito. Ambos devem ser validados na entrada e na saída das estações.

Atenção ao sentido da linha

Enquanto em muitos metrôs de grandes cidades as tarifas mudam de acordo com zonas, em Nova York o preço do bilhete é o mesmo se você percorre uma ou dez estações. O bilhete popular lá é o MetroCard, que pode ser comprado de acordo com o número de viagens que você pretende fazer, ou então para sete ou 30 dias (com número de viagens ilimitado). Na cidade norte-americana, vale atentar antes de entrar na estação para o sentido da linha que quer pegar: há estações com entradas diferentes para cada sentido, e estando dentro delas você não consegue mudar de lado sem pagar outra tarifa.

Carregando moedas

Já na capital argentina, Buenos Aires, uma coisa diferente para o brasileiro é que o ônibus tem tarifa variada de acordo com o trecho percorrido, e para quem não tem o cartão Sube, semelhante ao paulistano Bilhete Único, vale não se esquecer de carregar moedas (a máquina não aceita cédulas) e indicar ao motorista onde irá descer, para que ele avise o valor que você deve depositar na máquina referente ao trecho.


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