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Várzea Grande(DF), Sábado, 18 de Setembro de 2021 - 08:18
11/08/2021 as 07:19 | Por G1 MT | 181
10 pessoas viram réus por morte de servidor aposentado em Chapada dos Guimarães (MT)
Nicomedes Francisco Pinto Lopes, de 69 anos, foi sequestrado e morto em março deste ano
Fotografo: G1
Violência sem limite.

Dez pessoas envolvidas no roubo, sequestro, morte e receptação dos bens do servidor público aposentado Nicomedes Francisco Pinto Lopes, de 69 anos, em março deste ano, viraram réus. A denúncia oferecida pela 8ª Promotoria de Justiça Criminal de Cuiabá foi recebida pela Justiça nesta terça-feira (10).

Nicomedes morava em Chapada dos Guimarães, a 65 km de Cuiabá, mas foi levado para a capital no dia do crime e morto em uma casa do Bairro Jardim Vitória. Os réus devem responder à acusação, por escrito, no prazo de 10 dias.

Foram três mulheres e sete homens denunciados pelo Ministério Público pelos crimes de "roubo, extorsão mediante sequestro com resultado morte e receptação".

Conforme a denúncia, no dia 21 de março, dois homens invadiram a casa da vítima no Bairro Por do Sol, em Chapada dos Guimarães, e roubaram duas televisões, um celular, duas espingardas, um tablet, um cartão de banco e um carro. Na ação, além de ameaças, eles agrediram a vítima e a sequestraram.

Os objetos roubados foram colocados em um veículo que dava apoio ao assalto, enquanto a vítima foi sequestrada e levada para Cuiabá no próprio carro.

Nicomedes foi levado para uma casa no Bairro Jardim Vitória, onde estavam outros três comparsas dos assaltantes.

 

De acordo com o promotor de Justiça Adriano Augusto Streicher de Souza, estavam “todos reunidos com o mesmo propósito de obterem vantagem ilícita financeira/patrimonial em prejuízo da vítima”.

 

O crime

 

Nicomedes foi mantido vivo enquanto o grupo cometia outros crimes, até que, no dia 22 de março, em horário e local imprecisos, foi morto a tiros. O corpo foi encontrado no dia 25, às margens da Rodovia Arquiteto Helder Cândia (MT-010).

Ainda segundo a denúncia, entre os dias 21 e 22 de março, dois casais “receberam/adquiriam, em proveito próprio ou alheio, coisa (da vítima), que sabiam ser produto de crime, consistente em dinheiro”.

 




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